Assim como uma pedra, uma pessoa também tem seu ponto fraco. Ela pode não se sensibilizar com o que é de praxe, mas há algo dentro dela. Uma pedra é sempre vítima de uma metáfora e referência de muitas coisas, às vezes ela é a benfeitora e admirada, por ser forte. E às vezes é a malfeitora, por quase nunca ceder. A questão é que a pedra tem algo dentro dela. E isso só é possível afirmar porque um dia ela cedeu, alguém achou seu “ponto fraco” e fez com ela representasse meros pedaços espalhados pelo chão. Se a imaginação não voa, o pensamento não prolifera. Comparado com à ordem natural das coisas, tudo se torna verdadeiro. Por trás de uma pessoa áspera e escabrosa, existe algo que a faz se sentir mais humana. Algo que a faz ter sonhos e desejos, medos e anseios, algo que a faz rir, chorar. Independente de sua maneira ser uma forma de proteção pra não se decepcionar, ela acaba por decepciona os demais. E aí é vítima de acusações por sua maneira branda, severa e crítica de ser. Mas quando o caso é o oposto, não causa repercussão. Ninguém entende que os simples atos cotidianos podem corroer essa pessoa que se faz de forte. E isso vira um ciclo. Jamais vai saber se ela começou a se fingir de forte para não sofrer mais com uma situação que causou a ela.
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