Assim como uma pedra, uma pessoa também tem seu ponto fraco. Ela pode não se sensibilizar com o que é de praxe, mas há algo dentro dela. Uma pedra é sempre vítima de uma metáfora e referência de muitas coisas, às vezes ela é a benfeitora e admirada, por ser forte. E às vezes é a malfeitora, por quase nunca ceder. A questão é que a pedra tem algo dentro dela. E isso só é possível afirmar porque um dia ela cedeu, alguém achou seu “ponto fraco” e fez com ela representasse meros pedaços espalhados pelo chão. Se a imaginação não voa, o pensamento não prolifera. Comparado com à ordem natural das coisas, tudo se torna verdadeiro. Por trás de uma pessoa áspera e escabrosa, existe algo que a faz se sentir mais humana. Algo que a faz ter sonhos e desejos, medos e anseios, algo que a faz rir, chorar. Independente de sua maneira ser uma forma de proteção pra não se decepcionar, ela acaba por decepciona os demais. E aí é vítima de acusações por sua maneira branda, severa e crítica de ser. Mas quando o caso é o oposto, não causa repercussão. Ninguém entende que os simples atos cotidianos podem corroer essa pessoa que se faz de forte. E isso vira um ciclo. Jamais vai saber se ela começou a se fingir de forte para não sofrer mais com uma situação que causou a ela.
sábado, 29 de janeiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
O que me resta?
A redoma de vidro já não tá sendo o baste. Não é segura. Não me faz sentir segura. Mudar o meu mundo já não é o suficiente. Parece que ele aumentou, e eu já não dou mais conta. Não consigo assistir à mídia sem que me sensibilize com acontecimentos e me choque com fatos horrendos. Até quando? Até quando tudo isso vai? Eu, convicta que a psique é a resposta de tudo, me esmaeço de preocupação. Se ela já não tá dando conta de me fazer seguir... Ao que vou recorrer? Um amor, um gesto, ainda me surpreendem! Mas não me alteram. As 11 incógnitas que meu pensamento maior não responde ainda me dão esperanças. Assim como elas, pode haver uma imensidão de desconhecidos. E é isso que me fascina. Pois, resguardo no desconhecido uma plena esperança de haver algo melhor, maior, com mais sentido e justiça. Espero que ainda haja algo que me faça sorrir!
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